Sonhei, em algum destes últimos dias, que o Dragão Renascido (é, da A Roda do Tempo) tentava cortar o meu pescoço com uma daquelas serras redondas de cortar madeira. Só a serra, se a máquina, na mão mesmo. Acordei quando vi que não ia ter jeito – ia morrer mesmo.
Daí me dei conta de que eu deveria estar sofrendo de uma pequena overdose de Robert Jordan.
Decidi ler outro livro então, e fui atrás do A Shadow in Summer. No qual encontrei um conceito bem interessante: um espírito, quase um elemental, ou um deus – não sei direito – é aprisionado por um poeta, que com suas palavras escraviza a entidade e faz com que ela realize um determinado tipo de atividade. E, no caso desse andat do livro, nada mais comercial do que auxiliar na colheita de algodão: algo a ver com não ter semente. Pra entender perfeitamente, eu vou ter que descobrir como é a colheita de algodão na realidade. Imagino que pra um estadunidense seja mais básico saber disso.
Também, ainda ontem, li uma notícia sobre o Geoff Johns e a sugestão de dois livros, uma deles o The Writer’s Journey. E o cara fala sobre o processo de escrever, é claro, mas não é que a ponte toda é baseada na jornada do herói, coisa típica das aulas de Antiguidade Oriental da faculdade? Onde é que eu estava que eu sequer sabia que esse livro tinha já sido lançado no Brasil antigamente, pela Nova Cultural? Ao que parece, não há mesmo salvação fora da fantasia.
E eu encontrei mais um livro que, aparentemente, está mudando minha vida.